Talentos e Competências – Parte II

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Na publicação anterior  identificamos a importância do Talento e da Competência sob um novo viés. Hoje, vamos abordar como eles podem ser desenvolvidos…

Se o Talento é nato (nascemos com ele?) e se a competência precisa ser autodesenvolvida, se é necessário capacitar-se para potencializar o Talento e obter dele tudo que ele pode proporcionar a você.

Pois bem, qual é o conceito de Talento?

Talentos são capacidades natas de cada um e que nos levam a um desempenho naturalmente excelente, associando prazer e facilidade tanto na aprendizagem quanto na execução. Ou seja, existem pessoas que têm talento para se comunicar, negociar, liderar, inventar, curar, motivar, empreender e atuar, entre tantos outros. Também há talentos voltados a atitudes e não a atividades, como por exemplo: humildade, atenção, lealdade, sinceridade e alegria.

Às vezes, um talento pode ser tão natural que a pessoa não o perceba ou o valorize. Essa pessoa talvez não entenda porque para outras pessoas parece ser tão complicado ser ou fazer algo, o que para ela é fácil e espontâneo. O conjunto de talentos de uma pessoa indica sua individualidade, sua vocação e missão.

E agora, como usar os Talentos?

O Método EFP – de Desenvolvimento de Pessoas constitui-se de um conjunto de  ferramentas adequadas, que irão ajudá-lo a utilizar melhor seu(s) Talento(s). Através de sessões de coaching voltadas para seu autoconhecimento, você vai ficar admirado com as descobertas que fará sobre si mesmo. A esse respeito, clique aqui e veja o depoimento de Ricardo Mendes ao aplicar a ferramenta adequada,

Quanto ao Desenvolvimento Pessoal posso afirmar, entre outras coisas, que sua autoestima aumenta à medida que você percebe e constata ter Talentos e Competências, mesmo que ninguém as tenha visto ainda ou valorizado. No entanto, o diagnóstico pode demonstrar também que, apesar das tentativas, você tenha dificuldade de mudar ou transformar alguns comportamentos. E isto ocorre devido as seguintes possibilidades:

– PARECE, MAS NÃO É – a pessoa apresenta no seu perfil todas as características, mas não faz uso delas na prática.

– É, MAS NÃO PARECE – a pessoa não demonstra no perfil, mas aprendeu ao longo dos anos a ter algumas atitudes diferentes do perfil.

PARECE E É – essa pessoa está em perfeita sintonia com seu perfil pessoal.

E, naturalmente, pode surgir a pergunta: “E aí Frank Moraes, como ajustar, desenvolver, corrigir, a fim de que possamos potencializar nossos talentos?”

Nas próximas publicações, continuarei a desenvolver este assunto, mas até lá se preparem!!! Baixem meus ebooks, cadastrando-se nos links ao lado. Pois, sem a leitura prévia deles, vocês terão dificuldade de entender e aplicar o Método EFP – DE DESENVOLVIMENTO PESSOAL.

Obrigado por me acompanharem e aplicarem em suas vidas estas dicas!

Forte abraço,

Frank Moraes – O Coach

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