Talentos e Competências – Parte III

Tempo de leitura: 2 minutos

A UTILIZAÇÃO DO TALENTO

De acordo com a minha promessa da  publicação anterior, trago novamente o assunto TALENTOS & COMPETÊNCIAS para aprendermos/refletirmos sobre como usá-los.

Primeiro vamos relembrar o que constatamos anteriormente, ou seja, a dificuldade que temos sobre como nos traduzir:

– PARECE, MAS NÃO É – a pessoa apresenta no seu perfil todas as características, mas não faz uso delas na prática.

– É, MAS NÃO PARECE – a pessoa não demonstra no perfil, mas aprendeu ao longo dos anos a ter algumas atitudes diferentes do perfil.

PARECE E É – essa pessoa está em perfeita sintonia com seu perfil pessoal.

Dito isso, vamos agora entender cada uma delas… Contudo, hoje, vamos focar apenas no:

PARECE, MAS NÃO É… Essa característica ocorre quando superutilizamos ou subutilizamos nossas características e distorcemos a percepção de quem realmente somos.

Por exemplo:

Ao utilizar a ferramenta de análise comportamental DISC, o perfil de João K. apresentou uma potencialidade de liderança muito boa. Quando seu pai leu o conteúdo do instrumento, imediatamente contestou: “Isto aqui está tudo errado. João não é assim”. Quando isso acontece, é preciso entender que o perfil revelou o potencial do rapaz. Identificou o EU IDEAL que ele alimenta dentro dele e que deseja vir a ser. Se ele deseja ser daquela maneira, e ninguém interferiu em suas escolhas ao responder ao sistema, é porque João K. tem potencialidades dentro de si. O resultado apresentado pela ferramenta, dá dicas sobre nosso comportamento, fornece a receita do nosso “tempero”, mas não nos diz se estamos usando as medidas certas ou não. Daí, portanto, a SUPERUTILIZAÇÃO DAS NOSSAS CARACTERÍSTICAS.

Imagine uma pessoa cujo perfil deu ALTO D (Veja a descrição sobre D – Domiancia aqui), aproveitando o exemplo do João K., o qual que mencionamos acima. Ele tem iniciativa, é orientado para resultados, objetivos, enfim, ele busca o que quer. Se estas características não estiverem em equilíbrio, possivelmente se tornarão exacerbadas. O ALTO D, na sua forma negativa, tende a se comportar da seguinte forma: só olha para si mesmo, só faz o que quer e como quer, o impulso fica sem controle e reage imediatamente, tornando-se vítima dos próprios sentimentos. Tende a ser agressivo na forma de falar e de agir, afastando todos os que estão ao seu redor. Como podemos ver, o perfil nos indica as características que trazemos conosco, mas não indica como as estamos utilizando. O que possibilitará essa verificação será uma entrevista através de uma sessão de Coaching ou até de uma dinâmica de grupo.

Na próxima publicação, continuaremos a dissecar como UTILIZAR OS TALENTOS, dando continuidade ao: “PARECE, MAS NÃO É” quando abordaremos a subutilização.

Espero que estas informações estejam sendo úteis para vocês, leitores!!!

Forte abraço e até o próximo Blog.

Frank Moraes – O Coach

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *